Artes incríveis

sábado, 11 de maio de 2013


Mercado de reciclagem de lixo eletrônico



Quanto ao mercado, isso vai depender do tipo de produto de matéria prima que você irá obter na sua separação. Abaixo, uma lista de empresas que trabalham com o reaproveitamento de equipamentos eletrônicos descartados:
- A Itautec é um exemplo de como faturar com o e-lixo. No ano passado, ela faturou 195 mil reais com a comercialização de seus equipamentos obsoletos e material usado;
- Outra ação interessante é a do belga Etienne Delacroix, que atua no Brasil desde 2003, e desenvolve um projeto de reciclagem do lixo tecnológico;
- A USP criou o Cedir (Centro de Descarte e Reuso de Resíduos de Informática) para resolver o problema do seu lixo eletrônico;
- Em São Paulo, tem a Coopermiti (Cooperativa de Resíduos Sólidos Eletro-Eletrônicos), que recolhe, recicla e destina quaisquer produtos que funcionem ou funcionaram a base de energia elétrica.


Market for e-waste recycling

As for the market, this will depend on the type of product from raw material that will get you in your separation. Below is a list of companies that work with the reuse of discarded electronic equipment:
- Itautec is an example of how to bill with e-waste. Last year, she earned 195,000 real with marketing their obsolete equipment and material used;
- Another interesting action is the Belgian Etienne Delacroix, which operates in Brazil since 2003, and develops a project of garbage recycling technology;
- The university created the cedir (Center Waste Disposal and Reuse of Information) to solve the problem of your junk mail;
- In São Paulo, has Coopermiti (Cooperative Solid Waste Electrical and Electronic), which collects, recycles and intended any products that operate or have operated the basis of electricity.


A nova lei pretende extinguir com os lixões a céu aberto em âmbito nacional, até 2014, mantendo porém os aterros sanitários, onde destina-se 10% de resíduos sólidos não reaproveitáveis. A nova lei também cria propostas de compromisso e responsabilidade ao setor privado, para que este, estruture um Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos.
 
Nesse contexto onde situam-se os resíduos eletro-eletrônicos? Grande parte do lixo eletrônico produzido no planeta tem como destino final países pobres da África, do Oriente Médio e da Ásia. Containers são despejados em praias ou terrenos a céu aberto nessas localidades. Sem controle internacional homens, mulheres e crianças, manuseiam os lixos descartados sem qualquer tipo de orientação ou equipamentos adequados.
 
Para esclarecer e relatar experiências sobre o descarte e reaproveitamento do lixo eletrônico e também, debater as questões da Política Nacional de Resíduos Sólidos, o Coletivo Digital convidou para uma exposição de ideias (divulgado aqui nessa postagem):





The new law intends to terminate with open dumps nationwide by 2014 while maintaining landfills, which is intended 10% of solid waste is not reusable. The new law also creates proposals of commitment and responsibility to the private sector for this, structure a Plan for Solid Waste Management.
 
In this context where there are the waste electrical and electronic? Much of the electronic waste produced on the planet has as final destination the poor countries of Africa, the Middle East and Asia. Containers are dumped on beaches or land in the open in these locations. No international control men, women and children, handling the waste discarded without any guidance or adequate equipment.
 
To clarify and share experiences about the disposal and recycling of e-waste and also discuss the issues of the National Solid Waste, the Collective Digital invited to an exhibition of ideas (announced here in this post):

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Países pobres são destino 'de 80% do lixo eletrônico de nações ricas'

 China é um dos principais destinos mundiais de
lixo eletrônico.
China is a major worldwide destinations junk.
Os países em desenvolvimento são o destino de 80% do lixo eletrônico produzido nas nações ricas, mas carecem da infraestrutura, de tecnologias de reciclagem apropriadas e da regulamentação legal para absorver essa vasta quantidade de detritos.
Essa é uma das conclusões de um relatório divulgado nesta sexta-feira pela Organização Internacional do Trabalho (OIT).
Segundo o documento O Impacto Global do Lixo Eletrônico: Lidando com o Desafio, boa parte do lixo eletrônico exportado para as nações em desenvolvimento é enviado ilegalmente, e estes detritos acabam indo parar em plantas de reciclagem informais, predominantemente em países como China, Índia, Gana e Nigéria.
Especificamente em relação à América Latina, o documento afirma que a maior parte dos países da região ''ainda precisa elaborar uma legislação para o lixo eletrônico''.
O documento afirma que houve avanços recentes na região, como na Costa Rica, o primeiro país latino-americano a criar uma legislação nacional específica sobre o tema.

Ônus

De acordo com o estudo, ''as nações em desenvolvimento estão tendo de lidar com o ônus de um problema global, sem ter a tecnologia para lidar com isso. Além disso, os países em desenvolvimento estão eles próprios cada vez gerando maiores quantidades de lixo eletrônico'.
O estudo afirma que está havendo um aumento rápido na geração de lixo eletrônico doméstico produzido na China, no Leste Europeu e na América Latina.
Um total de 40 bilhões de toneladas de lixo eletrônico é produzido anualmente. Estima-se que 70% dos produtos eletrônicos descartados e exportados todos os anos vá parar na China e que esta proporção estaria aumentando.
Muitas vezes, esse lixo exportado para a China é reexportado para outros países do Sudoeste asiático, como Cambodja e Vietnã.
De um modo geral, as exportações de pequeno porte são destinadas a países da África Ocidental. Mas o relatório diz que essa proporção deverá crescer, devido à adoção de leis mais duras por parte dos países do Sudeste Asiático, que costumavam absorver parte desse comércio.
Entre os principais problemas ligados ao lixo eletrônico, de acordo com o relatório, estão a ausência de regulamentações para assegurar a segurança dos que lidam com esses produtos descartados e a falta de incentivos financeiros para reciclar detritos eletrônicos de forma responsável.
A manipulação desses detritos traz vários riscos à saúde pela presença de materiais tóxicos.
Entre as recomendações feitas no documento da OIT, está a adoção de legislações apropriadas por parte dos países em desenvolvimento, a regularização do setor informal de reciclagem e a organização de trabalhadores que lidam com detritos eletrônicos em cooperativas.

Inglês

Developing countries are the destination of 80% of the electronic waste produced in wealthy nations, but lack the infrastructure, recycling technologies and the appropriate legal regulation to absorb this large amount of debris.
This is one of the conclusions of a report released on Friday by the International Labour Organization (ILO).
According to the document The Global Impact of Junk: Coping with the Challenge, much e-waste exported to developing nations is shipped illegally, and these debris wind up in informal recycling plants, predominantly in countries like China, India, Ghana and Nigeria.
Specifically in relation to Latin America, the document states that most of the countries of the region'' still needs to develop legislation for e-waste''.
The document states that there have recently been in the region, such as Costa Rica, the first Latin American country to create a specific national legislation on the subject.
Charge
According to the study,'' developing nations are having to deal with the burden of a global problem, without having the technology to handle it. In addition, developing countries are themselves increasingly generating greater amounts of junk '.
The study states that there is a rapid increase in the generation of household junk produced in China, Eastern Europe and Latin America.
A total of 40 billion tons of electronic waste is produced annually. It is estimated that 70% of discarded electronics and exported every year will stop in China and that this proportion was increasing.
Often this waste is exported to China re-exported to other countries in Southeast Asia such as Cambodia and Vietnam.
In general, exports are aimed at small West African countries. But the report says that this proportion is expected to grow due to the adoption of tougher laws on the part of the Southeast Asian countries, which used to absorb some of this trade.
Among the main problems related to electronic waste, according to the report, are the absence of regulations to ensure the security of dealing with these waste products and lack of financial incentives to recycle electronic waste responsibly.
The handling of such waste brings various health risks due to the presence of toxic materials.
Among the recommendations made to the ILO document, is the adoption of appropriate legislation on the part of developing countries, the regularization of the informal recycling sector and the organization of workers that handle electronic waste in cooperatives.


sexta-feira, 5 de abril de 2013

Parabéns para o nosso telefone celular / congratulations to our phone cellular





Antes de ontem (03/04) fez 40 anos que a primeira ligação de um aparelho celular foi feita. No dia três de abril de 1973, Martin Cooper, um funcionário da empresa Motorola, saiu nas ruas de Nova Iorque, nos Estados Unidos para testar a, até então, nova invenção, um aparelho que se chamava DynaTAC. O funcionário ligou para a Bell Labs, que era uma divisão da empresa AT&T, e essa foi a primeira ligação de um celular da história.
       Na ligação, Cooper disse:

"Estou ligando para você para saber se minha voz está clara aí do outro lado da linha."

O DynaTAC pesava 1,1Kg, ou seja, não era muito fácil carregá-lo por aí. O primeiro aparelho celular, no entanto, nunca chegou a ser comercializado, mas, serviu para que dez anos mais tarde fosse lançado o DynaTAC 8000X, que também pesava mais de 1 Kg. O primeiro aparelho a ser comercializado, entretanto, não era tão acessível como muitos modelos são hoje, custava US$4 mil. Cooper achava que o aparelho não faria sucesso, mas, foi o pontapé inicial para que eles evoluíssem ao que são hoje, em que muitas pessoas não viveriam sem um. Atualmente, com todas as funções que esses aparelhos possuem fazer ligações se tornou somente um detalhe.









Before yesterday (03/04) turned 40 the first connection of a mobile device was made. On April 3, 1973, Martin Cooper, a Motorola employee of the company, came out on the streets of New York, in the United States to test until then new invention, a device called DynaTAC. The official called the Bell Labs, which was a division of AT & T, and that was the first call from a cell phone in history.
In connection, Cooper said:

"I am calling you to see if my voice is clear there across the line."

The DynaTAC weighed 1.1 kg, ie, it was not very easy to carry it around. The first mobile device, however, was never commercialized, but that served to ten years later be cast into the DynaTAC 8000X, which also weighed more than 1 kg The first device to be marketed, however, was not as low how many models are today, cost $ 4000. Cooper thought the unit would not succeed, but it was the kickoff to evolve to what they are today, when many people would not live without one. Currently, with all the functions that these devices do have connections became only a detail.

segunda-feira, 1 de abril de 2013




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Research shows that there is no longer any kind of electronic waste on the streets of Brazil! All e-waste collected was transformed into art, and children from public schools won their projects to demonstrate the importance of the topic
April 1, April Fools' Day