Artes incríveis

quinta-feira, 23 de agosto de 2012


Entre os problemas ambientais enfrentados pelo Brasil na atualidade, o lixo certamente merece destaque. Segundo o IBGE, os brasileiros produzem diariamente cerca de 228 mil toneladas de lixo, das quais a maior parte não vai passar por um processo adequado de recolhimento e destinação. Para fazer uma ideia, basta saber que somente 2% desse total são submetidos à coleta seletiva que possibilita a reciclagem e, eventualmente, o descarte correto.

Dada as necessidades de processamento adequado, que não resulte em poluição, já existem classificações do lixo de acordo com a sua origem (domiciliar, industrial, hospitalar, etc.) e sua composição (orgânico e inorgânico). Abordagens mais recentes do problema têm apontado outra categoria especial de lixo, devido a sua especificidade: o lixo eletrônico ou e-lixo. Trata-se essencialmente da sucata que resulta de aparelhos eletrônicos como microcomputadores, televisões, CDs, DVDs, telefones celulares, pilhas e baterias, materiais com alta concentração de metais pesados.


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Among the environmental problems facing Brazil today, certainly deserves the trash. According to the IBGE, the Brazilian daily produce about 228 tons of trash, most of which will not go through a proper process of collection and disposal. To get an idea, just know that only 2% of this total are subjected to selective collection that enables recycling and eventually proper disposal.

Given adequate processing needs, which does not result in pollution, since the waste classifications are according to their origin (home, industrial, hospital, etc.) And composition (organic and inorganic). More recent approaches to the problem have appointed another special category of waste, due to its specificity: electronic waste or e-waste. This is essentially scrap that results from electronic devices such as computers, televisions, CDs, DVDs, cell phones, batteries, materials with high concentrations of heavy metals.

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quinta-feira, 12 de julho de 2012

terça-feira, 10 de julho de 2012

O que é o lixo eletrônico?
 Podemos definir como lixo eletrônico ou e-lixo tudo o que é proveniente de equipamentos eletro-eletrônicos, incluindo celulares, computadores, impressoras etc. Milhares de aparelhos são descartados diariamente, e com a rapidez da tecnologia, cada vez mais o consumidor quer substituir seus aparelhos por outros mais modernos, mesmo que os "antigos" ainda estejam funcionando. O lixo eletrônico causa um grave problema para o meio ambiente, pois consome uma enorme quantidade de recursos naturais em sua produção. Um único laptop, por exemplo, exige 50 mil litros d'água em seu processo de fabricação. Além disso, se considerarmos que a vida útil desses equipamentos é muito curta - a de um computador gira em torno de três anos, e a de um celular, cerca de dois anos - podemos ter dimensão da quantidade de lixo que o descarte de eletrônicos significa. A parte mais grave é o conteúdo do e-lixo, que inclui metais pesados como chumbo, cádmio e mercúrio, além de outros elementos tóxicos. Por este motivo, esses resíduos precisam de tratamento adequado para não causar danos à saúde e ao meio ambiente.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

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Lixo Eletrônico vai gerar renda

_________Novidades__________________________


Tvs, computadores, celulares, e até geladeiras serão reciclados em projeto da UFRJ para tratamento do
                             E-Lixo.
Durante a Rio+20, cooperativa começa a operar em Maria das Graças.Os componentes serão separados e até vendidos para Europa.

Rio+20 acabou na sexta com balanço positivo para o Brasil, mas polêmico para movimentos sociais.

Da Agência Brasil

  • Divulgação
    Dilma posa para foto ao lado da primeira-ministra da Austrália, Julia Gillard, durante a Rio+20
    Dilma posa para foto ao lado da primeira-ministra da Austrália, Julia Gillard, durante a Rio+20
A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, foi encerrada na sexta (22), por volta das 15h, com a divulgação do documento final, contendo 49 páginas, denominado O Futuro Que Queremos. O balanço dos dez dias de discussões divide opiniões. Autoridades brasileiras consideram um avanço a inclusão do desenvolvimento sustentável com erradicação da pobreza, enquanto movimentos sociais e alguns líderes estrangeiros condenam a falta de ousadia do texto.
O tom de crítica deve predominou nesta sexta-feira, pois as organizações não governamentais (ONGs) que promoveram vários protestos durante a conferência prometem uma manifestação para sexta. Nela, será apresentado um balanço das discussões e recomendações apresentadas no texto final a ser aprovado pelos chefes de Estado e Governo.
O chefe da delegação do Brasil na Rio+20, embaixador André Corrêa do Lago, reiterou que o saldo da conferência é positivo. “O principal saldo foi fazer com que o desenvolvimento sustentável se transforme em paradigma em todos seus aspectos - social, ambiental e econômico”, disse.

No Riocentro, local das discussões políticas, os protestos foram mais discretos do que os que dominaram as ruas do Rio de Janeiro. No entanto, houve uma exceção. Em frente ao Pavilhão 5, destinado às reuniões dos chefes de Estado e Governo, além dos ministros, o gaúcho Aristide Souza Maltoni Júnior fez uma manifestação solitária na quinta em protesto ao que chamou de “metas pouco concretas” da Rio+20. O manifestante gritava palavras de ordem para chamar a atenção das autoridades.Porém, para as ONGs, faltou ousadia por parte das autoridades na exigência de definições claras sobre responsabilidades específicas, repasses financeiros, discriminação de prazos para a adoção de medidas e a ampliação de poderes do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma).
As discussões mostraram ainda que as divergências econômicas estão presentes também nos debates polítcos e ambientais. Os negociadores dos países desenvolvidos e em desenvolvimento entraram em vários conflitos, principalmente os que envolviam recursos. A União Africana (formada por 54 países) foi um dos blocos que mais reagiram às restrições impostas pelos países desenvolvidos.
“Não há um grupo de negociadores que tenha admitido ganhar em tudo. O Brasil conduziu muito bem os temas divergentes. Depois, chegamos a um acordo e agora temos um caminho. Mas o documento ainda é muito grande”, disse o ministro do Desenvolvimento, Economia Florestal e Meio Ambiente do Congo, Henri Djombo.

O documento tem 49 páginas, menos uma em relação à versão anterior, sendo que inicialmente o texto chegou a ter 200 páginas. O documento está dividido em seis capítulos e 283 itens. Os capítulos mais relevantes são os que tratam de financiamentos e meios de implementação (relacionados às metas e compromissos que devem ser cumpridos).Paralelamente, os líderes políticos estrangeiros discursavam na sessão plenária e debatiam o conteúdo do documento final. O texto ratifica que os temas polêmicos e sem consenso ficarão para uma próxima cúpula. Os aspectos sociais são destacados, ressaltando o esforço conjunto para a erradicação da pobreza, a melhoria na qualidade de vida e o homem no centro das preocupações.